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domingo, 16 de junho de 2013

TEMA: PROJETO AGENDA 21 – PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

TEMA: PROJETO AGENDA 21 – PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

JUSTIFICATIVA:
Tendo em vista o aumento extraordinário da extração de matéria-prima para a produção de bens e consumo, principalmente após a Revolução Industrial e o aumento do capitalismo e da Globalização, vimos ser necessária a adoção de medidas que regulem e protejam a conservação das reservas florestais, das riquezas minerais e da quantidade e qualidade da água, ar e solo.
O mundo contemporâneo fez com que os seres humanos atuassem no meio ambiente de forma desordenada e irresponsável e, somente agora, está havendo uma preocupação com essa utilização sem precedentes e do descaso de décadas e décadas. Várias reuniões/conferências em relação a um FUTURO MELHOR estão sendo realizadas pelo mundo e, desde O Clube de Roma, que atribuía as consequências desastrosas do meio ambiente ao aumento da população e do consumo, passando pela Eco 92 e Rio + 20, vemos que é urgente implementações de ações para mantermos o planeta ativo e com recursos que possam garantir a sobrevivência do planeta sem esgotar com os recursos naturais e sem causar danos a vida do planeta.
Vivemos em uma época de mudanças e sem dúvida diz respeito a alterações dos nossos hábitos que se tornaram comuns com o passar do tempo. Vai desde economizar água com as atividades domésticas e de higiene pessoal, passando pela reeducação alimentar, a reciclagem que promove a economia da extração dos recursos naturais e economia  financeira e redução dos resíduos sólidos, a utilização de produtos que danifiquem menos o meio ambiente como os biodegradáveis, a substituição das embalagens plásticas pelas de vidro, da sacolinha do supermercado pela retornável, implementação de energias renováveis e a opção de abastecer o veículo a gasolina, etanol ou gás, enfim, ficaríamos aqui um bom tempo para listar todas as novas atitudes presentes em nosso dia-a-dia.
No momento que a sociedade se engaja na luta para preservar o planeta, os cientistas e estudiosos empenham-se em desenvolver soluções alternativas e de baixo custo para evitar um colapso mundial com a falta de energia e de recursos para o desenvolver da sociedade contemporânea.

PÚBLICO ALVO:

Comunidade Escolar – gestores, funcionários, professores, alunos, familiares e a comunidade em si.

DURAÇÃO:  Permanente.

OBJETIVO GERAL:
Orientar a importância da preservação ambiental em todas as suas esferas para fornecer um futuro melhor e sustentável para as futuras gerações.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Identificar os problemas que afetam a qualidade de vida dos educandos e da sociedade onde está inserido;
Oportunizar ao educando  e comunidade escolar o conhecimento sobre como atuar em sociedade para melhorar a qualidade de vida de todos;
Orientar a comunidade escolar sobre seus direitos e deveres, como cidadãos conscientes, quanto ao consumo e o uso das mercadorias de maneira racional e eficaz, bom como o descarte adequado quando não necessitar mais daquele produto.
Orientar para que evitem o desperdício dos recursos naturais, pois, a partir de agora, estão sendo considerados finitos.
Ter uma visão holística sobre os hábitos adequados para promover a sustentabilidade do planeta e preservar nossas reservas naturais e promover um futuro adequado as gerações futuras.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

O PROJETO AGENDA 21 – PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE nasceu da necessidade de a Escola desenvolver um trabalho de orientação que contemplasse a necessidade da melhoria de vida da população e da importância da preservação dos recursos naturais, fonte de toda a produção dos produtos e mercadorias consumidos atualmente e frutos do modismo que leva ao descarte e ao mau uso desses recursos, acarretando inúmeros problemas e colocando em risco a vida das futuras gerações.
Para que os objetivos sejam alcançados a escola promoverá palestras com Engenheiros Ambientais, Biólogos, através de vídeos, documentários, elaboração de painéis e visitas a áreas degradadas e de reciclagem. Após isso dará início a um trabalho em equipe que coletará, através de fotos ou imagens de seu próprio celular ou outros equipamentos, vídeos e cartazes que sairão de pesquisa em campo e passará pela escola e redes sociais, chegando a comunidade escolar e a sociedade mostrando e direcionando os problemas e as soluções para alcançar um futuro melhor.
Para o encerramento do Projeto será realizada um dia na escola para acolhermos a comunidade e debatermos os diversos assuntos nos moldes do Fórum Social Mundial. Cada lugar terá uma equipe trabalhando e divulgando um tema e telões mostrando a realidade atual e o que deveria ser o ideal, conduzindo ao pensar consciente e a mudança de hábitos para conquistarmos um futuro melhor para as gerações futuras.

RECURSOS

Uso de recursos midiáticos para elucidar a realidade de nosso bairro, cidade, país e mundo. Palestras e documentários disponíveis no youtube ou em programas de TV, principalmente dos canais por assinatura, como Cidades e Soluções.
Apresentação e produção de cartazes e vídeos, pelos alunos, para mostrar e orientar que é preciso fazer algo agora, pois o amanhã pode ser tarde.

AVALIAÇÃO:
Uma vez alcançado os objetivos do projeto, concluímos que ao encerrar essa etapa, o público alvo, ao qual foi destinado esse projeto tenha aprendido a utilizar melhor os produtos e compreendido que para tudo aquilo que é fabricado exige-se uma retirada de inúmeros recursos naturais, os quais a natureza não consegue refazê-los em tempo da escala humana e que poderá acabar um dia conduzindo o planeta a um colapso, principalmente pela falta de energia. Não se esquecendo de focar na aprendizagem para a melhor utilização das mercadorias a serem consumidas e a redução dos resíduos sólidos, levando a uma qualidade de vida mais saudável, uma cidade mais limpa e os recursos naturais preservados.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

12 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DE COMBATE AO TRABALHO INFANTIL

EXPLORAÇÃO

Uma em cada seis crianças trabalha

Dados divulgados pelo Unicef no Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil apontam que uma em cada seis crianças, entre 5 e 14 anos, está envolvida com a atividade ilegal. E mais: 10,5 milhões trabalham na casa de terceiros, como empregadas domésticas, o que fez com que este se tornasse o foco da campanha da ONU no ano de 2013.

 
 
Que lugar de criança é na escola e não no trabalho todo mundo sabe. Mas, mesmo assim, não é isso o que vemos todos os dias nos semáforos das grandes cidades, na entrada de shows e boates, nas paradas de caminhoneiros, nos canaviais no interior do Brasil e em tantos outros postos informais que exploram a mão de obra infantil

Dados divulgados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) nesta quarta-feira (12), quando comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, revelam que uma em cada seis crianças entre 5 e 14 anos está envolvida com a atividade ilegal. Destas, 6,5 milhões trabalham como empregadas domésticas, principalmente na casa de terceiros, o que fez com que o problema se tornasse o foco da campanha da ONU em 2013. 

O relatório Erradicação do Trabalho Infantil no Trabalho Doméstico, daOrganização Internacional do Trabalho (OIT), aponta que 10,5 milhões de crianças em todo o mundo estão envolvidas com o trabalho doméstico, em condições perigosas e às vezes análogas à escravidão. A maioria delas, mais de 70%, são meninas, que trabalham na casa de terceiros realizando funções como faxinar, passar roupa, cozinhar, buscar água e cuidar de outras crianças e idosos. 

O documento aponta ainda que, por estar dentro da casa de terceiros, esses pequenos trabalhadores estão ainda mais vulneráveis à violência física, psicológica e sexual -e, até mesmo, ao tráfico

Segundo o Unicef, as Nações Unidas reconhecem que milhões de crianças trabalham em todo o mundo para ajudar suas famílias, mas considera inaceitável que elas sigam nessa condição se "são submetidas a situações de perigo, deixam de frequentar a escola e/ou têm sua saúde e bem-estar prejudicados". 

Para tanto, a ONU pede a reforma legistaltiva e a criação de políticas que assegurem a eliminação do trabalho infantil doméstico, além da ratificação, por parte dos países-membros da Nações Unidas, da Convenção 189 da OIT, que prevê o trabalho decente para profissonais domésticos. 

Confira o relatório Erradicação do Trabalho Infantil no Trabalho Doméstico na íntegra, em inglês.
 

terça-feira, 11 de junho de 2013

JAPÃO, REALMENTE O PAÍS DO SOL NASCENTE

Japão, realmente o país do sol nascenteJosé Eduardo Mendonça - 11/06/2013 às 14:13


País passa por explosão na produção de energia solar
Os japoneses sempre exibiram  no correr de sua história uma enorme adaptabilidade e uma grande capacidade na superação de problemas. O desastre da usina nuclear de Fukushima aconteceu em 2011, e de lá para cá o país corre, com grande sucesso, atrás de fontes alternativas de energia. Isto fez com que as instalações de energia solar fotovoltaica crescessem 270% no primeiro semestre deste ano, colocando o país na posição de ultrapassar a Alemanha e se tornar o maior mercado do setor em receita este ano, segundo relatório da consultoria IHS.
A previsão é que o Japão instale menos gigawatts que a China (que deve ser o maior mercado em instalações), mas os altos preços dos sistemas no Japão garantirão sua posição.
É notável que apenas há alguns anos menos de 1% da energia renovável do país vinha de fontes renováveis. Mas depois do desastre nuclear e dos apagões que se seguiram, o Japão passa por uma explosão em investimentos em fontes alternativas.
Os painéis solares instalados no Japão em 2013 terão potência equivalente a sete reatores nucleares. “O país deverá instalar U$ 20 bilhões em sistemas em 2013, contra U$ 11 bilhões em 2012,”, diz a IHS. “Em contraste, o mercado global teve um crescimento morno, de 4%.”
A energia solar japonesa ganhou espaço graças a incentivos govrnamentais agora oferecidos a produtores de energia alternativam e regras exigindo que empresas de eletricidade do setor público comprem energia renovável a preços acima do mercado.
Os investidores enxergaram claramente a oportunidade, disse Hisashi Hoshi, do Instituto de Economia da Energia. “Apesar de uma escassez de terra no Japão, muitas corporações com terras não utilizadas entraram no mercado. Elas podem agora explorar estas glebas, reservadas para uma urbanização que nunca aconteceu.”
Uma usina solar de 26.5 gigawatts, por exemplo, foi inaugurada no oeste do Japão, com capacidadade para alimentar 9.000 lares, e instalada em um território abandonado de uma fábrica. Campos de golfe da bolha dos anos 1980 também estão na mira, informa a Fortune.
Foto: Official U.S. Navy Imagery/Creative Commons

EMISSÕES GLOBAIS DO SETOR ENERGÉTICO BATEM NOVO RECORD

ENERGIA

 

NÃO PARA DE SUBIR

Emissões globais do setor energético batem novo recorde

Relatório divulgado pela Agência Internacional de Energia aponta que o setor energético global emitiu 31,6 gigatoneladas de gases causadores do efeito estufa em 2012 – 1,4% a mais do que no ano anterior. China e Japão aparecem como principais responsáveis pelo aumento recorde.

 
Cientistas da ONU já alertaram que, para conservar a vida na Terra da maneira como a conhecemos hoje, é necessário garantir que o aumento da temperatura do planeta não ultrapasse os 2ºC neste século, o que pede que haja redução de mais de 50% nas emissões globais de gases causadores do efeito estufa (GEE) até 2020. Mas, apesar dos avisos, o mundo segue na direção contrária e, mais uma vez, o setor energético bateurecorde mundial na liberação de poluentes na atmosfera. 

É o que mostra o relatório Redrawing the Energy-Climate Map, divulgado nesta segunda-feira (10) pelaAgência Internacional de Energia (IEA). O documento revela que, em 2012, o setor liberou 31,6 gigatoneladas de GEE - valor 1,4% maior do que o registrado no ano anterior, em 2011, quando o nível de emissões já havia sido recorde

A China é apontada pelo relatório como a que mais contribuiu para o crescimento global, por emitir 300 milhões de toneladas de GEE a mais do que em 2011 - embora este tenha sido um dos menores aumentos protagonizados pelo país na última década, graças aos investimentos em energia renovável e eficiência energética. O Japãoaparece como o segundo maior responsável: a nação aumentou suas emissões em 70 milhões de toneladas no último ano. 

Já os Estados Unidos ganharam destaque no documento por diminuir os níveis de emissões de GEE. Na "nação do Tio Sam" a redução foi de 200 milhões de toneladas, graças à substituição do carvão por gás natural. A Europa também apresentou queda de 50 milhões de toneladas, "apesar de alguns países terem aumentado o uso de carvão", como alerta o relatório, que ainda garante que, se o ritmo atual de emissões for mantido, a temperatura do planeta deve crescer entre 3,6 ºC e 5,3 ºC nas próximas décadas. 

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO 
Apesar das más notícias, o documento cita quatro políticas no setor energético que podem manter vivas as esperanças de limitar o aumento da temperatura do planeta em 2ºC. 

Segundo Fatih Birol, principal autor do relatório, o quarteto de medidas é baseado, apenas, em tecnologias existentes, não tem nenhum custo econômico líquido e já foi adotado com sucesso em vários países, sendo uma excelente solução para a redução rápida das emissões de GEE no mundo, enquanto as negociações internacionais a respeito das questões climáticas avançam. 

As quatro ações que compõem o plano da IEA são, basicamente: 
- definir medidas de eficiência energética nos setores de construção, indústria e transporte; 
- limitar a construção e utilização das usinas de carvão menos eficientes; 
- reduzir pela metade as emissões de metano esperadas para 2020 e 
- implantar uma política que elimine gradativamente os subsídios ao consumo de combustíveis fósseis. 

Confira o relatório Redrawing the Energy-Climate Map na íntegra, em inglês.
 

domingo, 9 de junho de 2013

ASSIM NÃO VALE!!!! KKKK


Orientação Técnica de Educação Ambiental


Orientação Técnica de Educação Ambiental

A Orientação Técnica de Educação Ambiental “Escolas Sustentáveis e a IV Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente” ocorreram nos dias 27 e 28 de maio de 2013, sendo que no primeiro dia os participantes foram das escolas do município de Itapetininga e no segundo dia as escolas dos demais municípios. Coordenadas pelas PCNPs do Núcleo Pedagógico, responsáveis pelo projeto, Telma Riggio (Geografia) e Luciana Abreu (Química) as reuniões foram bem sucedidas, considerando a participação expressiva das escolas. Os professores interlocutores puderam, efetivamente, entender a importância da formação do Com-vida e da Agenda 21 para transformar as escolas em ambientes sustentáveis e após a simulação da IV Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, os mesmos mostraram-se motivados para realizar a ação na escola. Confiantemente, teremos os resultados.       

O material se encontra disponível na página inicial do site da Diretoria de Ensino através do link http://sdrv.ms/13fZAXw















FONTE: www.derita.com.br












Inclusão: O que a Geografia tem com isso?


Inclusão: O que a Geografia tem com isso?

          Na última quarta-feira do mês de maio (29/05), realizou-se a segunda Orientação Técnica de Geografia, coordenada pela PCNP Telma Riggio, com o tema “Cartografia Tátil I como contribuição para a Inclusão na Geografia”. O encontro foi dividido em dois períodos: durante o período da manhã os mais de cinquenta professores participantes ampliaram, reflexivamente, seus conhecimentos sobre a inclusão através de textos, vídeos e discussões, mediante a interrogativa: O que a Geografia tem com isso?.  Já no período da tarde, os professores estiveram envolvidos em oficinas para a produção de mapas e outros materiais usando da técnica de Cartografia Tátil. Segundo avaliação efetuada no final do dia, a reunião correspondeu as expectativas e, notavelmente, os profissionais da área de Geografia saíram enriquecidos com os conteúdos apresentados e solicitaram novas orientações técnicas. 
    O material se encontra disponível na página inicial do site da Diretoria de Ensino através do link: http://sdrv.ms/17jdOLC.
FONTE: www.derita.com.br